Dominicanis

Dominicanis

Dominicanis nasce inspirada na tradição de São Domingos de Gusmão e no famoso sonho de sua mãe, a Beata Joana de Aza, que viu um cão com uma tocha acesa na boca, correndo pelo mundo para incendiá-lo com a luz do Evangelho. Daí vem o Domini-canis — cão do Senhor — cuja missão é espalhar a verdade, a fé e a caridade. Nossa marca assume essa herança espiritual: assim como o cão do sonho levava a chama da pregação, as velas Dominicanis levam a chama da oração, iluminando lares, altares e momentos de recolhimento, oferecendo luz para que a fé se torne viva no cotidiano. Simbolismo do Emblema No centro, a figura estilizada representa uma chama, mas também uma asa de anjo, sugerindo a presença e a proteção celeste. Essa dupla leitura expressa ao mesmo tempo a luz da oração e o recolhimento dessas mesmas orações pelos Anjos. Ao redor, aparecem os lírios de São José, padroeiro da vida oculta, do trabalho manual e da pureza de intenção. Eles abençoam simbolicamente o labor artesanal envolvido na produção de cada vela, lembrando que todo trabalho feito com retidão é oração oferecida a Deus. Na base do emblema, lê-se o trecho latino: “In ipso vita erat, et vita erat lux hominum” — “Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens” (Jo 1,4). A luz de Cristo, portanto, é a verdadeira origem de toda chama que acendemos. A Cera de Abelha e o Sagrado As velas Dominicanis são produzidas com cera de abelha 100% pura, material que a Igreja sempre entendeu como símbolo da carne puríssima de Jesus Cristo. Essa interpretação tradicional é expressa de modo admirável por Padre João Batista Reus: “A cera de abelha no uso litúrgico simboliza o puríssimo corpo de Jesus Cristo, nascido da Santíssima Virgem Maria, assim como a cera virgem provém das abelhas virgens (’apis mater edúxit’, Exsultet – entoado no Sábado Santo). Simboliza o sacrifício do cristão que, vivendo para Nosso Senhor, se consome na chama da caridade divina. Outra fonte de luz não contém tão perfeitamente esta significação. No círio pascal e na vela, o pavio significa a alma, a cera o corpo e a chama a Divindade do Redentor”. Assim, o sentido espiritual da vela é iluminado pela própria vida de Cristo, como recorda Santo Agostinho: “Acendemos velas para Cristo acender em nossos corações o fogo de Seu ardente amor, porque, por amar-nos tanto, padeceu até morrer na Cruz.” À luz dessa tradição, cada vela torna-se um pequeno sacramental: um sinal que recorda o Mistério de Cristo e que ilumina não apenas o espaço visível, mas também a alma que ora diante dela.

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